segunda-feira, abril 25, 2011

Abris

Quando era miúda era levada pela minha mãe às manifestações do 25 de Abril, comprávamos cravos, encontrávamos amigos, depois parava-se numa cervejaria das portas de santo antão e eu e minha irmã atacávamos os tremoços enquanto os grandes se distraiam nas imperiais e conversas.

Hoje conto levar os meus rapazes. Não há tanta gente como noutros tempos, perdeu-se o entusiasmo pelas conquistas de abril, o grito de fascismo nunca mais tomou outras intenções. Mas os tremoços e imperiais continuam garantidos.

1 comentário:

José Freitas disse...

A Censura anda muito activa nos comentários dos blogs. Espero que deixe passar este comentário.
Em www.anticolonial21.blogspot.com está a verdade inconveniente sobre a cópia de partes de «Cette nuit la liberté» por Miguel Sousa Tavares para o livro «Equador».